domingo, 15 de fevereiro de 2015
My brother the chicken
Parafraseando um disco crássico do Mudhoney, "My brother the cow", eis o "My brother the chicken".
Série de retratos de familiares em andamento onde mesclo a persona de cada um com algum animal. No caso, meu irmão Caliel tem uma galinha de estimação, a "Malizena".
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Retratos familiares
Série de retratos de familiares em andamento onde mesclo a personalidade de cada um com alguma imagem de animal (desenho, objeto, ou o bicho em questão). Neste caso, minha avó, Vilma e uma galinha de angola que decora a sua cozinha há anos.
Neste, minha companheira Aline funde-se a um grafite animal-humano do artista L7M.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Costume
| Foto por Amanda Rocha extraída do foto livro: A imagem no museu do sonho - Uma visão imaginária de Sandman (2014, Editora Canal 6) |
A dona senhora banhava o porco morto em fatias afiadas de adeus descrente
Seus olhos dormentes se confundiam com o sono branco da carne da ceia
A pele do adeus animal
O gesto discreto de não quero mais
O suportar, o lacrimejar
A água translúcida nos olhos cegos da morte escorriam celebrações e cortes imperfeitos
Do que é feito um costume?
Quantas doses de carinho automático te fazem lembrar ou celebrar um ato?
Quem tirou a fotografia sabia do peso exato de uma cabeça suína dentro de uma pia?
Quem disse que os porcos querem se deixar devorar?
Quem nos ensinou a (nos) esquartejar?
Do que é feito um costume quando não mais celebramos o que mantemos?
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domingo, 25 de janeiro de 2015
O Universo em teus cachos
A pintura preta e branca dos teus cachos no entardecer de Londrina
Cada fio teu tecendo o universo lentamente na despedida do dia
Diversos tons de verdes colorem minha respiração
Inspirar a si e ao amor em estado bruto as vezes vem acompanhado de
Intensas arfadas de resplendor
Da série: Amorde2as
Da série: Amorde2as
1,2,3,0 ou o Outro no lúdico ausente
Quando era pequena sofria pequenas ausências de mim,
Era como se meu ser fosse todo lá atrás do meu corpo e ficasse escondido assim
Em algum lugar das costas ou do rim
Eu entrava em branco e brincava de me encontrar na ausência do pensar/ser/estar
Onde estou? Por que não sou?
Hoje nem tento isso, embora ainda me procure sim
Se isso voltar a me acometer, talvez algum estrondoso remédio viesse me preencher
Porque quando se é criança não se pensa em loucuras
E sim em eternas aventuras.
domingo, 13 de julho de 2014
Amor orgânico
Orgânica
Pluma
Pluma
Messiânica
Névoa
Raiz
Orvalhada
Na pele
Botânica
Botânica
Nave
Tato
Tudo
Fundo
Úmido
Solto
Riso
No mundo
Amor
Pulmonar
Flutuar
Entoar
Cantar
O revoar
Sem fim
De ti.
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